INFORMAÇÃO SUMÁRIA

 

Padroeiro: S. Mamede.

Habitantes:  565 habitantes (I.N.E. 2011) e 588 eleitores em 05-06-2011.

Sectores laborais: Agricultura, pecuária e pesca.

Tradições festivas: Senhor dos Aflitos (29 de Junho), e Mártir S. Mamede (17 de Agosto).

Valores Patrimoniais e aspectos turísticos: Igreja matriz, portal da Quinta do Crasto, capela do Senhor dos Aflitos, Ponte do Manco, Veiga de Friestas e Ínsua dos Crastos.

Gastronomia: Lampreia à bordalesa, meixões cozidos com piripiri e carneiro assado.

Artesanato: Escultura, alfaias agrícolas e piscatórias e toalhas de linho.

Colectividades: Associação Cultural “Coração Jovem Friestense” e União Desportiva Friestense.

 

 

RESENHA HISTÓRICA

 

No catálogo das igrejas ao norte do rio Lima subordinadas ao bispado de Tui, que o rei D. Dinis mandou elaborar para o pagamento de taxa, em 1320, São Mamede de Friestas foi taxada em 100 libras. Denominava-se então “Sancti Mametis de Fenestris”, inserindo-se no arcediagado de Cerveira. Era ao tempo, uma abadia.

Em 1444, D. João I conseguiu do papa que este território fosse desmembrado do bispado de Tui, passando a pertencer ao de Ceuta, onde se manteve até 1512. Neste ano, o arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa, deu a D. Henrique, bispo de Ceuta, a comarca eclesiástica de Olivença, recebendo em troca a de Valença do Minho. Em 1513, o papa Leão X aprovou a permuta.

No registo da avaliação efectuada em 1546, dos benefícios eclesiásticos incorporados na diocese de Braga. São Mamede aparece enquadrada no couto de Sanfins, sendo anexa ao mosteiro de Sanfins. Diz-se no aludido documento que São Mamede e outra anexa do mosteiro. Santa Marinha de Verdoejo, valiam em conjunto 70 mil réis, possuindo frades da mesa conventual. A vigairaria de São Mamede rendia 11 mil réis e o pé de altar.

Na cópia de 1580 do Censual de D. Frei Baltasar Limpo, São Mamede é incluída entre as igrejas da Terra de Monção, figurando como anexa ao mosteiro de Sanfins.

Segundo Américo Costa, a antiga igreja de São Mamede de Friestas foi curato anual da apresentação do Colégio da Companhia de Jesus e depois da Universidade.

A “Estatística Paroquial”, de 1862, porém diz ser vigairaria da mesma apresentação.

No foro administrativo, pertenceu, em 1839, à comarca de Monção, e em 1852, à de Valença.

De um modo geral, todos os livros que compõem este fundo encontram-se retirados à consulta devido ao mau estado de conservação. Encontram-se, no entanto, disponíveis ao público, no Arquivo Distrital de Braga os seus microfilmes.

Fonte consultada: Inventário Colectivo dos registros Paroquiais  Vol. 2 Norte Arquivos Nacionais /Torre do Tombo.

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